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Última atualização em Seg, 06 de Setembro de 2010 18:05 Escrito por jason Seg, 06 de Setembro de 2010 16:43
CoD: Black Ops deixa players colocarem suas próprias ideias nas fases
As ferramentas possibilitarão que os gamers alterem as fases já prontas. Jogos como 'Left 4 Dead 2' já colocaram essa ideia em prática.
Em “Call of Duty: Black Ops” os jogadores terão acesso à ferramentas que estão aptas a mudar os estágios do jogo, e ao editor de comando utilizado pela equipe de desenvolvimento, conforme informa uma mensagem publicada no fórum oficial do jogo.
Nas palavras de Cesar "PCDev" Stastny, funcionário da produtora: "Planejamos abrir o jogo para modificações em algum momento após o lançamento. Nós ainda não sabemos a extensão do que vocês poderão alterar no jogo".
Essas ferramentas aumentam o número de jogos que dão ao jogador a opção de colocar suas ideias em prática, coisa que já acontece em jogos como “Left 4 Dead 2”, em que os jogadores podem alterações das fases.
Jason
Última atualização em Sáb, 04 de Setembro de 2010 08:28 Escrito por Jason Sex, 27 de Agosto de 2010 08:28
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Call of Duty 4: Modern Warfare é um jogo de tiro em primeira pessoa, que se passa em tempos modernos. Ao contrário de toda a franquia, o jogo não retrata os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, mas, principalmente, cenários da Rússia e do Oriente Médio, nos quais o jogador assumindo o papel de militares da Força Especial britância SAS e da Force Recon, as Forças Especiais da Marinha dos EUA.
Apesar do fundo histórico ser outro, Modern Warfare mantém o mesmo ritmo de ação acelerado que consagrou a franquia, colocando o jogador em missões, em que se controla as armas do avião de ataque AC-130, e os helicópteros Blackhawk e H1 Super Cobra, além dos mais variados veículos terrestres de guerra. Como o jogo se passa em novo cenário, os fãs da franquia dispõem de um arsenal moderno, entre os quais se destacam lança-granadas, sub-metralhadoras, mísseis guiados, rifles de assalto e pistolas automáticas.
O modo multiplayer das versões para o PC, Xbox 360 e PS3, chega com um sistema inovador, no qual o jogador pode criar classes de soldados e acumular pontos de experiência ao matar os inimigos e completar objetivos de desafios. Na versão para o DS, pode haver quatro jogadores em conexão local, sem suporte para o Wi-Fi.
Call of Duty 4: Modern Warfare se destaca como um dos shooters mais esperados da nova geração, apresentando gráficos que levam ao máximo as capacidades de hardware de cada console, com cenários e modelos de personagens realistas e uma jogabilidade fluida, principalmente, nos momentos de maior ação.
Modern Warfare 2 é a sequência do aclamando game homônimo que debutou em diversas plataformas da atual geração. Nesta versão, exclusiva para PlayStation 3, PC e Xbox 360, os jogadores passam por diversos ambientes diferentes para tentar manter a ordem mundial.
O game mantém a narrativa que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando uma instabilidade política da Rússia. Com isso, algumas pessoas estão aproveitando a situação para criar um estoque de armas e assegurar a potência militar da própria Rússia.
O game mantém a narrativa que se iniciou no primeiro game, com o mundo enfrentando uma instabilidade política da Rússia. Com isso, algumas pessoas estão aproveitando a situação para criar um estoque de armas e assegurar a potência militar da própria Rússia.
Mesmo com a morte do vilão Zakhaev, responsável pelas atrocidades do primeiro jogo, a situação não deve estar muito melhor. O novo rosto do terrorismo global é um ex-associado de Zakhaev chamado Makarov. O inimigo usa como desculpa a vingança da morte de seu aliado para causar toda a destruição. Além de ser um sociopata, Makarov ainda possui uma base poderosíssima na Rússia, que é uma ameaça para todo o mundo.
Outro fator interessante é o nível de dificuldade, que foi significativamente aprimorado. Os momentos em que você encarna enfrenta um número elevado de oponentes devem ser muito mais intensos do que na versão original do game. Espere por tiroteios abundantes e muitos inimigos aparecendo simultaneamente na tela. Mas, felizmente, você conta com uma nova opção para derrotá-los: um escudo.
Além do seu novo equipamento, que promete ser muito útil quando usado estrategicamente, o game também conta com um modo de jogo em que é possível jogar cooperativamente com um amigo. Com isso, as coisas se tornarão ainda mais intensas, mas você terá a chance de bolar estratégias muito mais complexas quando acompanhado de uma mente humana. Infelizmente a empresa ainda não revelou se o modo, intitulado Special Forces, será online ou offline.
O bacana de tudo isto é que, mesmo contendo uma trama linear, você poderá realizar os objetivos de diversas maneiras. Basicamente, os jogadores terão a chance de explorar praticamente todo o nível para cumprir suas missões, escolhendo os caminhos mais adequados ou mais desafiadores. Sem dúvidas, uma adição bem-vinda, que permitirá ao jogador desfrutar do game várias vezes.
Call of Juarez: Bound in Blood é a continuação de um jogo de tiro em primeira pessoa baseado nos grandes filmes de faroeste italianos lançados nos anos 70 e 80.
Esta continuação do bem sucedido Call of Juarez (lançado para PC e Xbox 360) você poderá controlar qualquer um dos dois irmãos McCall (protagonistas do primeiro jogo) em uma história que serve de prólogo para o primeiro título da série.
O jogador vai percorrer vários cenários, dos tradicionais estados do sul dos Estados Unidos (como a Georgia) até ruínas astecas no México.
"Call of Duty: Black Ops" revive conflitos pós Segunda Guerra Mundial e é sequência direta de "World at War", com a volta de personagens conhecidos e controle de novos veículos, como helicópteros.
No sétimo jogo da série, o jogador entra no comando de soldados da operação Black Ops durante a Guerra Fria. As missões acontecem muito próximas aos territórios inimigos, em localidades como as Montanhas Ural e o Vietnã.
"Black Ops" segue a mesma linha que tornou a série recordista de vendas e conta com combates realísticos e com visuais impressionantes. Em uma das fases, é preciso avançar por dentro de um estreito túnel para invadir o esconderijo adversário - munido apenas de uma lanterna e pistola, um teste para os claustrofóbicos. Em outro momento, o protagonista precisa limpar o caminho para que seu companheiro possa chegar até um helicóptero.
Uma das novidades é exatamente poder controlar essas aeronaves. A bordo delas, é possível atirar com armamento pesado, inclusive mísseis, que derrubam pontes e destroem bases adversárias em um piscar de olhos.
O arsenal conta com novidades. Balas explosivas fazem sua estreia na série e são fortes aliadas das escopetas calibre 12. Outra novidade é uma besta, arma arcaica, mas com alta precisão e poder letal.
Por ser produzido pela mesma produtora, Treyarch, e ser uma continuação de "World at War", "Black Ops" conta também com personagens já conhecidos, como Reznov, que retorna nessa nova aventura.
Battlefield: Bad Company 2 traz novamente a equipe de rejeitos do exército para realizar mais um bom número de missões das mais intragáveis (do tipo que você não mandaria os melhores homens do seu pelotão). Mais destruição, mais humor nonsense, mais destruição ampla de cenários e mais veículos.
Você terá novamente à disposição vários veículos e toda a sorte de armamento pesado para sobreviver ao “background” da vez: uma localidade congelada nas proximidades da fronteira com a Rússia. Preston Marlowe (o ladrão de helicópteros), Terrence Sweetwater (o clássico nerd invasor de computadores) e Haggard (o homem do “uso indiscriminado de explosivos”) terão agora uma ampla superfície congelada que, se por um lado piora a vida dos anti-heróis, por outro fornece um belo espetáculo por parte da nova versão da Frostbite engine da DICE.
Complementando o visual — e atestando ainda a maior capacidade de “draw distance” (cenários construídos ao longe) da nova engine —, montanhas com topos nevados garantem um belo horizonte de jogo. É claro que a poluição visual trazida por escombros, explosões, inimigos voando e veículos descontrolados não seria a mesma se não fossem mantidos os ótimos efeitos sonoros da franquia. São músicas e sons que bem poderiam servir de trilha sonora do apocalipse.
O caótico ambiente do primeiro jogo volta com força total. Torres de radio são derrubadas, construções se convertem rapidamente em montes de entulho, veículos viram uma imensa bola de fogo e sucata. Tudo isso graças ao variado e tremendamente destrutivo arsenal que sempre marcou a franquia Battlefield, o que inclui ainda várias fases a bordo de veículos, trazendo os integrantes nada ortodoxos da pior companhia do exército destroçando quadriciclos, helicópteros de guerra e diversos blindados.
Medal of Honor é mais uma edição da aclamada franquia homônima de jogos de tiro em primeira pessoa, concebida pelo diretor de cinema Steven Spielberg (depois de ter dirigido o filme “O Resgate do Soldado Ryan”). Ao contrário do que acontece nas versões anteriores da série, este — que é um reinício da série (um reboot) — título não é ambientado nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, mas nos conflitos contemporâneos do Afeganistão.
Você assume o papel de um Tier 1 Operator, soldados descritos como os mais disciplinados, deliberados e preparados para o campo de batalha. A linha que sempre primou pelo realismo não deixou por menos nesta nova edição, chamando um verdadeiro Tier 1 Operator para contribuir na criação do jogo.
A campanha single player explorará duas perspectivas da guerra: as missões Tier 1 e as Big Military. Enquanto as partidas multiplayer também devem ser empolgantes visto que foram tratadas pela DICE, a mesma empresa por trás dos jogos da franquia Battlefield. 